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Fim

Mais um dia em branco, mais uma noite perdida, mais uma lição, mais uma folha rasgada no grande calendario da vida.......



Escrito por ff às 15h18
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Estas preparado

Devo, porém, prevenir-te. O caminho que se abre à tua frente será cruel. Verás o fundo do coração de cada pessoa antes que ela tente penetrar no teu. Saberás então que os homens sinceros são tão raros quanto as flores do deserto. Nunca mais terás paz, pois distingueras sem descanso o mal, a violencia e o ódio sempre à espreita.

Perderás o sono, pois onde os seres humanos encontram o esquecimento, tu descobrirás a consciência dilacerada da humanidade.



Escrito por ff às 02h58
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O que faz as coisas simples, coisas fenomenais, não é a roupa que tens ou o sitio onde estas. É a vontade de seres feliz.



Escrito por ff às 00h01
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A musica soa suave, tranquilizante, soberba… apetece fechar os olhos e contemplar estes hinos de sons, que estão a ser reproduzido no leitor de cd… ficaria aqui uma eternidade ouvindo estas teclas e estas cordas…E PORQUE NÃO FICAR?!... estava a fim de escrever um artigo para o blog mas  tem tempo…muito tempo… todo o tempo do mundo. Vossas excelências desculpem-me mas outro dia será . A quem me visitar tenham bom fim de semana.                                      

Escrito por ff às 19h20
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A esperança da colheita esta na semente.



Escrito por ff às 17h11
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Sentir o mundo… correr devagar… de tal forma, que a própria forma, do mundo, nos arrepia. As vezes pergunto-me? Será que vale a pena a continuação da existência? Estou numa fase em que me da a sensação de que já fiz tudo o que tinha a fazer por estas bandas. Acordar vazio de ideias, folho de memorias, caduco de … A vida é aquilo que nos fazemos dela. Esta bem dito, alguém disse e muito bem. E eu questiono-me? Que fiz eu da vida… a não ser dar cabo dela? Valeu a pena ter vivido? Porque vivi eu? O que vim cá fazer? Quem me educou? Para que me prepararam? Quem magicou este processo da minha existência, para que a minha vida tenho decorrido assim? Não vale a pena pensar, por muitas mil perguntas que me faça eu conclui-o que hoje em dia cada vez sei menos e recordo, Fernando Pessoa na sua mensagem “ o encoberto”

 

                                           Que símbolo fecundo

                                            Vem na aurora ansiosa?

                                             Na cruz morta do mundo

                                             A Vida que é a rosa.

 

                                              Que símbolo divino

                                              Traz o dia já visto

                                               Na cruz que é o destino

                                               A rosa que é o Cristo.

 

                                               Que símbolo final

                                               Mostra o sol já desperto?

                                               Na Cruz morta e fatal

                                               A rosa do encoberto.

                                                                                                                      ff



Escrito por ff às 21h14
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Divagando

Dizem por aí que o amor é a poesia dos sentidos!... Os sentidos são algo que se encontra escondido e adormecido dentro de cada um. E que por vezes despertam em nos conforme o estado de espirito em que nos encontra-mos.  Se esse estado de espirito é de doçura, de amor, de carinho ou de ternura. É obvio que podemos dizer estamos perante a poesia do amor. O que é diferente de ser, “o amor é a poesia dos sentidos”.

 Então e se o nosso estado é diferente, se por acaso estamos tristes? Os sentidos também estão lá, mas de uma forma diferente, os olhos podem verter lagrimas, as lagrimas rolarem p’la face,  o corpo no seu todo pode estar amolecido, pensativo, meditativo....

Creio que aqui já não se encaixa  a tal frase que nos motivou a escrever.

E  se estiver-mos furiosos? Nesse caso  podemos ter pensamentos para o que alguém convencionou chamar de mal! Querer fazer com que alguém pague a dor que esta a passar por nos? Os sentidos também estão lá, e, não serão propriamente “o amor é a poesia dos sentidos”.

Mas eu ainda acredito que nesta coisa dos sentidos é na fúria, no desespero, no perigo, que os sentidos se colocam no máximo de alerta possível. Numa qualquer destas situações  a poesia dos sentidos atinge o máximo da sua concentração, da sua perspicácia, é nestas situações em que os ouvidos vêem, os olhos ouvem, o cheiro sente o gosto tacteia e o paladar cheira.

                         Penso eu de que...                                   

          ff                                                                                                                                  



Escrito por ff às 23h02
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                                             SENTINELA

 

 

 

Sentinela

Estatua de carne viva,

Espingarda em riste,

Aspecto frio, olhar triste,

Mas vigilante, no seu posto.

Abre os olhos na escuridão da noite morna; chamam-lhe na caserna o (sorna)

((Sorna)) ele, que ilusão.

Ele escuta... procura

Ver através da noite escura

Olhos chamejantes

Que em florestas distantes,

O espreitam;

Sedentos de sangue,

Almas drogadas

Esfrangalham corpos

Que pelas madrugadas

Numa añsia incontida

De arrancar aos outros a vida,

Desejo macabro de os ver mortos.

Ordens secretas

Ouve-se o ranger das baionetas,

E os comandos, marcham de vagar soa ao longe uma voz abafada

Rastejar... rastejar...

A mole imensa avança ululante,

Em gritos guerreiros

De velhas campanhas.

Já são conhecidas

As falsas artimanhas

Dessa matilha alucinada.

E soa de novo a voz do comandante

É a ordem para avançar

Ordem férrea de vencer

De matar ou morrer.

Ouvem-se as gargalhadas

Dos que enlouquecem;

Lamentos...

Dos que querem esquecer e não esquecem

Lagrimas...

Empapadas em sangue;

Sangue d’algum;

De um qualquer;

Uma prece a Deus,

Um beijo no retracto da mãe;

Ou da mulher:

Num terno e derradeiro adeus!

E a roleta vermelha da morte



Escrito por ff às 22h42
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Marcou um numero.

O que saiu na sorte.

Sentinela vigilante;

Ficou para trás

Muito longe, distante,

À porta do quartel.

Ela olha, escuta;

O som da floresta bruta,

Que lhe vem da metralha:

E ela pensa, é a batalha;

Que lhe parece um dantescontropel:

A noite organiza.

Cinzenta, húmida, escura.

Tudo terminou

Quem voltou?

É o que ela vai saber

À hora da formatura:

A manhã quer nascer

 Mas vem, indiferente, amolecida mais uma folha rasgada

Ao grande calendário da vida

E outra sentinela vem render!!!

 

                            Poema de: Ermelinda Rodrigues

 



Escrito por ff às 22h41
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Ele há coisas...

 

Sexta-feira de um ano qualquer, de um qualquer dia, em que tudo pode acontecer...

Faz algum tempo que o meu amigo Diogo, me tinha prometido que quando tivesse-mos 500 euros disponíveis, iríamos ao casino. Então não é, que nesta sexta-feira o meu amigo me diz, já temos cave, é hoje.... Que seja disse eu. E foi. E foi assim.

Sai-mos da colina por volta das 19h30m e rumamos a sul, enquanto se fazia a viagem, apurava-mos tácticas,  antecipava-mos jogadas, tentava-mos descobrir as roletas que interessavam e descartar aquelas que era de não ter em conta. O meu amigo Diogo, rezava, para que estive-se lá o tal tipo que dava a bola muito bem etc etc etc...  Chegados à capital do jogo no Algarve por volta das 20h 35m,  decidi-mos entrar logo  para que pudesse-mos encontrar o jantar ainda quentinho. Assim fizemos. O Diogo saca do cartão, eu do BI, e como é apanágio, fui seu convidado,  sem ter de pagar a taxa de entrada. Para uma sexta-feira e de inverno não estava nada mal a casa ... sim senhor muita gente disposta a perder dinheiro, ou a divertir-se, ou a ganhar “como era o nosso caso”. Eu leigo nestas andanças,  fiquei fascinado pelo ambiente... sem saber bem onde estava...  mas olhava à minha volta e via gente com cara de ricos e pindéricos, como eu, com cara de fome, e de onde a onde viam-se olhares profissionais como o do meu amigo Diogo.

_ Esta bom dizia o Diogo.

_Porque dizes isso?!.
_Porque pode-mos passar despercebidos se ganhar-mos algum dinheirito que se veja.

_Vamos jantar disse ele.

E fomos. Escolhemos a mesa pendura-mos os casacos e dirigimo-nos a ver as entradas. Havia de tudo, carnes frias, saladas de polvo, de atum, de bacalhau, de ovas. Pasteis de bacalhau, e uma imensa variedade de outros que eu nem sabia de quê!! Limitei-me a seguir o Diogo, e lá fui carregando o prato à medida dos meus gostos, um bocadinho de salada de ovas, de polvo, uns posteis, uns panados... A certa altura, diz o Diogo - não tenhas vergonha, que agora quem paga é o casino. Não te preocupes que podes ser tu a pagar, a seguir e riu-se... Ruma-mos à mesa, chega-se a nós o empregado e diz ; o que vão beber? A carta de vinhos por favor – diz o Diogo. Chegada a carta opta-mos por um verde tinto,” por sinal muito bom”. Depois das entradas, o Diogo disse, eu vou repetir que as entradas estão muito boas e não vou comer mais nada, tu pede  o que queiras, eu... fiz o mesmo que ele. Acabado o segundo prato, foi a vez das frutas, eu fiquei-me por uma saladinha de fruta divinal, a seguir um cafesito e estava-mos prontos para a jogatina, não sem antes o Diogo ter mostrado a cartão ao empregado, e tenha obtido a resposta de tenham uma muito boa noite e se precisarem voltem de novo. Eu fiquei espantado, pensava que aquele jantar me custaria os olhos da cara, e não tinha tido em conta, o, “olha que agora paga o casino”.

Dirigimo-nos para a área de jogo, passa-mos por uma roleta, o Diogo observa e diz-me eu jogaria um oito...!! então não é que a bola para no oito?!.... Vamos trocar o dinheiro e fomos, 500 euros,  com as fichas na algibeira o Diogo observa, observa e ao fim de algum tempo, diz, vamos a esta... eu simplesmente olho... vejo uma roleta a rodar num sentido e o senhor que colocava a bola impulsionava-a no outro sentido... e pensava como raio se pode ganhar dinheiro aqui !!?? isto é completamente aleatório... de repente, o Diogo entra em acção, coloca tres fichas num apice... distribuidas pelo pano, verde e vermelho, com riscas pretas... mal acaba diz o senhor feito... a bola da mais duas ou tres voltas perde gravidade e cai... saiu ao lado... vejo o Diogo com cara de mau perdedor... recolhem-se as fichas, paga-se a quem ganhou e repete-se o ritual, desta vez

Escrito por ff às 22h13
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o Diogo tinha colocado três fichas duplas... caiu ao lado... mais uma jogada e depois da bola já rodar o Diogo joga três fichas triplas, e... ganha uma ficha de outra cor e mais umas quantas das da cor com que jogava. Guardou a outra, a diferente no bolso,  repetiu a operação doze vezes pois foi as que ganhou consecutivamente. Muda o senhor o que colocava a bola, e o outro o que estava sentado a observar, o Diogo parou de jogar... o jogo continua, com outros senhores a dar a bola e ele não jogava.

 –Então não jogas?!

- Esta bola não presta.

E fomos dar uma volta pela sala, aqui jogavam cartas, ali dados... explica o Diogo, aqui se acertas quando saem os três ases, ganhas sessenta vezes o que lá colocares... aquilo bateu-me, vejo uma jogada, outra e outra e muitas mais, digo ao Diogo empresta ai umas fichas ele deu-me 10, eu coloco 5... então... não é que saem os três ases????!!!!!!!!!! 300... três de cem... O Diogo riu-se, es um cagado de sorte... estava preparado para jogar novamente  quando ouço a voz do Diogo, estas maluco, anda daí... fomos ver as cartas, então vi um jogo, que eu sabia mais ou menos jogar... poker... já tinha jogado no computador, as mesas eram de oito, numa estavam sete disse ao Diogo eu vou jogar, está bem disse ele, mas da cá duas das fichas de cem,  fiquei com uma de cem e cinco de um, sentei-me e coloquei uma ficha, quis ir a jogo, tinha dois setes e fui, ganhei,  achei fácil e fui jogando, perdendo duas três vezes seguidas, ganhando outras, o Diogo foi jogar outra vez na roleta e eu fiquei ali, saíram jogadores entraram jogadores, e eu ia-me aguentando, estive mais ou menos uma hora com um numero estável de fichas. A certa altura entraram duas senhoras inglesas, eu presumi que seriam mãe e filha, riam-se muito e jogavam pouco eu, ali ia estando, e numa vez coloquei 6 fichas de um, saiu-me uma sequência, de cor, das grandes, eu tremia, suava... e nem sei a quantidade de fichas que me colocaram na frente, de varias cores,  os outros olhavam para mim sérios, carrancudos, invejosos, as senhoras riam-se, o jogo seguiu, mas eu, já não estava ali, eu voava, estava nas nuvens, limitava-me a colocar fichas e recolher as que me punham na frente, quando dei por mim, estava a meu lado a inglesa mais nova, ria-se, olhava-me, as tantas a perna dela roçava a minha, eu a principio não sentia, depois desviava-me, até que, não tinha mais para onde me desviar, quando tinha colocado 10 fichas saiu-me um poker, coloquei mais dois grupos de10, e...recebi um monte de fichas, eu tinha de  500, de 100, de 50, e muitas de cinco e de um,  eu estava super concentrado, nem me apercebi que o Diogo estava a falar com a outra inglesa, e estavam sentados a meu lado... de repente dei um salto, a mão da inglesa que estava a meu lado, havia subido pela minha perna e acariciava o meu sexo, eu fiquei vermelho, azul, branco, pálido, mudo, o Diogo teve de me abanar para eu voltar a mim... olho para ele, estava de copo na mão, riu-se e beijou a inglesa que estava a seu lado, disse-me por hoje esta bem, não achas, eu queria tudo menos que a massagem que estava a levar não termina-se, comecei a jogar fichas com a mão esquerda, porque, a direita se apoderou da perna, da cocha, do sexo da inglesa, que cada vez ria mais... saiu-me mais um monte de fichas, nem sei que jogo me calhou, não faço a mínima ideia, somente o Diogo diz chega... e levou-me quase ao colo a trocar as fichas,  tive de mostrar documentos BI, NC, eu sei lá...  vi na minha frente um monte de notas de 500, de 200, de 100, de 50, de 20, de10, de 5.... tenha uma boa noite senhor e volte sempre, disse o senhor que me deu o dinheiro, e riu-se, forçado, triste... ao dar a volta estava a inglesa agarrada a mim, a outra, ao Diogo, eles beijavam-se,  cinquentões, eu sorri timidamente e acabei o meu sorriso com um cálido beijo nos lábios, “queria fugir dali, estava o casino todo a olhar para mim... que incomodado que eu estava”, para sair foi uma eternidade, quando a porta se fechou atras de mim, tomei ar, respirei, sosseguei, tranquilizei-me, recuperei a compostura... e disse o Diogo... elas querem ir a um bar ali na marina .... fomos ao bar



Escrito por ff às 22h12
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“eu não percebo patavina de inglês “ mas já falava americano,  também  bebi gim com cola, bebida que eu aprecio e apreciei também os beijos da inglesa, as suas caricias, as suas carnes quentes, os seus seios rijos, a sua vulva húmida... lembro-me de entrar no hotel, e o recepcionista me pedir o cartão de credito, e eu dizer, eu pago em dinheiro. Nem me lembro, como subi as escadas do hotel ou o elevador...  lembro-me de ter por cima de mim, um corpo feminino, terrivelmente branco... mas quente, leve, rebelde, que me beijava avidamente... uns seios, pequenos, rijos, desafiantes, erguiam-se perante os meus olhos... eu, precisava de mais mãos, de mais lábios, de mais pernas ... eu, fechei os olhos, e a custo reprimi um grito, quando uns lábios suaves, macios, húmidos, tomaram conta do meu pénis... lembro-me dos lençóis estarem no chão, as pernas da inglesa estarem no ar, e o interior da sua vagina estar muito quente, em relação ao exterior suado do seu corpo, quando lhe introduzi o meu sexo...  quanto tempo durou, não sei simplesmente direi que foi ...”indiscritível”... não sei quando adormeci, mas, acordei já o sol ia bem alto e aqueles lábios suaves, deixavam um respirar profundo no meu pescoço.

Tentei perceber onde estava e como tinha ido ali parar,  quando bateram à porta era o Diogo – então pá, acordas hoje ou amanhã, estamos á vossa espera na sala ao lado da recepção, para irmos almoçar... acordou a figura feminina que se encontrava a meu lado, sorriu, disse sorry,  levantou-se, dirigiu-se ao banho, ouvi a agua correr, tentei pensar,  mas acordei outra vez no banho quente, bem quente, reconfortante, revigoraste, e em três tempos, vi-me na recepção, com a inglesa agarrada a mim, como cola. Estava linda,  falou em inglês com a mais velha, que estava com o Diogo. E ele disse-me, vamos alugar um carro, que o nosso é uma vergonha, e vamos divertir-nos, que hoje é sábado. Chegou um  citroen c4, nem sei como, e fomos almoçar... cataplana de amêijoas, vinho reserva dão, e uma deliciosa tarte de maçã. 

O Diogo traduzia, a conversa prolongou-se, e acaba-mos os quatro no carro em direcção a ponte do Guadiana, pela via do infante, em direcção a Espanha... Fizemos a costa espanhola ate Huelva, rumamos a Sevilha, jantamos por lá, fomos conhecer o casino, não jogamos que as inglesas não quiseram, andamos por bares, e flamengo, e acabamos num fabuloso hotel. Dizer o quê?! Aquele corpo branco era quente, quente ... um forno...não, um vulcão...era ágil, rápido, leve, suave, terno, meigo, sabido e muito, muito eficiente, preciso, minucioso, deslumbrante ... “Será que vou ter alguma vez, uma noite parecida com esta??!!. Durante a minha existência, nesta minha efémera passagem por este planeta?.”

De manhã, a vista sobre o Guadalquibir era magnifica, o pequeno almoço no hotel muito bom, a viagem de regresso foi bela, pela estrada nacional, visitamos castelos árabes, bebemos agua de fontes andalusas, e fui um príncipe de outras tempos. O meu ego estava no alto, o Diogo igual, e elas riam como sempre. Fomos almoçar em Moguer...Passa-mos por Huelva, e  lancha-mos na Antilha, camarão, com um delicioso sabor a mar, cerveja com um perfeito sabor a beijos, a lábios, a calor humano.... vimos o por do sol na magnifica praia de Quarteira. Entre beijos e abraços, recebe-mos convites para visitar Londres...

Já dentro do velhinho lancia,  no profundo silencio dos pensamentos... diz-me o Diogo. Afinal quanto ganhamos!? Não faço a minima ideia,  jogo a mão à algibeira da camisa, e conto 2775 euros, uma algibeira das calças pesada de moedas... e fiz o resto da viagem, até a colina, no mais profundo silencio, absorto em pensamentos, que só o pensamento, é incapaz de ignorar.

 

 

 

Qualquer semelhança com a realidade, é profunda coincidência... Qualquer profunda coincidência, é semelhança com realidade...    

                                                                                                                           ff



Escrito por ff às 22h11
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Já que ai vens

Podes vir sem parar

Traz aquilo que tens

Para eu poder desfrutar.

 

Que sejas o meu ano

O ano da viragem

Que não tragas engano

E corras sem paragem.

 

365 dias a estalar 

No motivo da imaginação

Traz paz na terra e mar

Asas no meu coração.

 

Traz a luz a felicidade

Traz a esperança a inovação

Traz no ar a liberdade

Traz ao mundo a libertação.

 

Deixa a fome para traz

A tristeza mais além

A desgraça já não faz

A felicidade a ninguém...



Escrito por ff às 19h43
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Hoje é daqueles dias melancólicos nem ni nem não....

 

 

Solitário, nesta colina do nada, quase nem encontro forças para dedilhar as teclas do pc... estou que nem posso... o mal, é que não encontro razão para estar assim, mas estou... na tv, está a passar um velho filme que nem desperta o interesse, e eu, pr’aqui, estou apático, mandrião, silencioso... é mais um dia daqueles em que nem apetece pensar.

Se eu pensasse... em que pensaria?! Seria possível pensar no nada? O que é o nada? Nada é coisa nenhuma ... será que existe o nada?!... Bem, pensando bem, o nada existe mesmo, mas existe como existência, porque é impossível não existir nada. Se pensar no nada, com o sentido que nos lhe damos de posse, não consigo visualizar situação nenhuma em que possamos afirmar que não temos nada. Porque temos sempre alguma coisa, se mais não tivermos, temo-nos a nós próprios... então já temos alguma coisa. Se quiser-mos encontrar alguma coisa vazia... ela nunca está, pois temos sempre ar lá dentro, e ter ar, é ter alguma coisa. Se quisermos ficar assim ocos, sem sentir, sem ver, sem ouvir, existe sempre alguma actividade... por exemplo o coração a bater. Se quiser-mos ter um conjunto vazio, ele tem sempre o espaço vazio, e ter o espaço vazio, já é ter alguma coisa. Para qualquer lado, coisa, sentido, eu não consigo ver um espaço vazio que nada tenha?!?!?!?!? Deixo-vos aqui o desafio de encontrar alguma coisa que nada tenha.

 



Escrito por ff às 21h26
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Mar manso...

 

 

 

O amor é engraçado,

Vai e vem como a maré.

Às vezes cavalga as ondas

Gargalha da tempestade

Só navega em mar verdade

O amor é como é.

 

E o pensamento também...

Vai mar fora trilha espuma

O amor é engraçado

Sem ter gracinha nenhuma.

 

Vê lá bem.

Imaginei um mar teu

E só vi azul e rosa.

Foi decerto insolação

O amor também nos goza.

 

Perguntei-te ainda’a pouco

Se o teu mar seria o meu?...

 

E a tua onda encharcou-me

De tão fria gelou-me

Essa resposta...afogou-me

 

Sei nadar, fiquei à tona

O barco ficou de lado

Estou um bocado molhado

Vou nadar outra maré

O mar é tão engraçado

E o amor as vezes não é.



Escrito por ff às 00h28
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